O treino de costas é, na minha opinião, um dos mais subestimados da musculação. A maioria das pessoas empilha exercícios de peito e bíceps e deixa as dorsais para depois… e depois vai chegando, as costas continuam pequenas, e a postura vai piorando junto.
O problema raramente é falta de exercício no treino. É falta de critério — tanto na escolha quanto na execução, e principalmente em entender o que cada movimento ativa de verdade.
As costas reúnem grupos musculares com funções bem diferentes entre si: o latíssimo do dorso dá a largura, romboides e trapézio médio dão volume e espessura, e os eretores da espinha formam aquela “árvore de natal” na lombar que tanta gente busca. Treinar só um desses grupos, ano após ano, é receita garantida pra um desenvolvimento capenga.
Separei aqui os 11 exercícios que mais uso comigo e com meus alunos pra construir uma musculatura dorsal completa — larga, espessa e simétrica.
Não é uma lista genérica copiada de outro lugar: é o que efetivamente funciona, com a anatomia por trás de cada escolha, os erros que mais vejo em academia e duas fichas prontas pra você aplicar ainda essa semana.
Anatomia das costas: o que você está treinando de fato
Antes de ir pros exercícios, vale parar dois minutos pra entender os grupos musculares que formam as costas. Isso muda completamente como você escolhe e executa cada movimento — e explica por que algumas pessoas treinam “puxada” a vida toda e nunca desenvolvem espessura, por exemplo.
O latíssimo do dorso é o maior músculo das costas e o grande responsável pelo físico em “V” — ativado principalmente em puxadas verticais e remadas horizontais. O trapézio se divide em três porções: a superior dá volume ao topo das costas (encolhimentos trabalham ela), a média e a inferior dão espessura na parte central, sendo recrutadas pesado em qualquer remada.
Os romboides ficam por baixo do trapézio médio e puxam as escápulas pra dentro — é por isso que remadas com pegada fechada e o face pull são tão bons pra essa região. O deltoide posterior, embora tecnicamente seja músculo de ombro, participa ativamente das costas: adiciona largura na parte superior e ajuda a equilibrar a postura, principalmente em remadas com pegada mais aberta.
Por fim, os eretores da espinha correm ao longo de toda a coluna e são os responsáveis pela “árvore de natal” lombar. O levantamento terra é praticamente o único exercício desta lista que recruta esse grupo de forma direta e pesada.
Saber disso evita o erro mais comum que vejo em alunos novos: treinar só dorsal — puxada e remada — e simplesmente esquecer que trapézio, romboides e eretores também fazem parte das costas.
Os 11 melhores exercícios para costas
1. Puxador frontal (polia alta, pegada pronada)
Costumo recomendar o puxador frontal pra quase todo aluno iniciante, porque na prática ele reproduz o mesmo padrão de movimento da barra fixa, só que com carga ajustável. Quem ainda não tem força pra puxar o próprio peso corporal treina o mesmo gesto motor aqui, progredindo aos poucos.
Sentado no aparelho, segure a barra com pegada pronada, mãos um pouco mais afastadas que a linha dos ombros. Puxe pra baixo até ela chegar perto do peitoral, mantendo o tronco levemente inclinado pra trás — sem exagero — e o peito aberto. Na volta, controle a subida; não deixe o peso simplesmente “puxar” seus braços de volta à posição inicial.
O músculo principal acionado é o latíssimo do dorso, com participação relevante de romboides e trapézio médio. Bíceps e antebraço entram como sinergistas.
O erro que mais corrijo nesse exercício é o aluno usar o corpo pra gerar impulso, balançando o tronco pra trás a cada repetição. Tira a tensão do dorsal, joga trabalho pra lombar e aumenta risco de lesão sem ganho muscular proporcional — vale a pena reduzir a carga e refazer o padrão correto antes de progredir.
2. Puxador supinado ou neutro, pegada fechada
Trocar a pegada do puxador frontal pra supinada (palmas voltadas pra você) ou neutra, usando o triângulo, é uma das formas mais simples de variar o estímulo sem complicar a programação do treino nem precisar trocar de aparelho.
A mecânica é parecida: sentado, segure a barra ou o triângulo e puxe verticalmente até perto do peitoral. A diferença real está na ativação — na pegada supinada, a flexão de cotovelo aumenta, então é normal sentir mais o bíceps trabalhando do que na variação pronada. Isso não é sinal de execução errada.
Continua sendo o latíssimo do dorso quem domina o movimento, com o trapézio inferior também entrando forte. Já vi muito aluno achar que, por sentir mais bíceps, o exercício “saiu do eixo” e desistir da variação — não precisa. O bíceps entra como ajudante, não como protagonista do movimento.
3. Remada curvada (pegada pronada ou supinada)
Esse é um exercício clássico, presente no treino de praticamente todo atleta sério de costas — e por bom motivo. Estudos de eletromiografia mostram que remadas horizontais com o tronco inclinado ativam toda a cadeia posterior das costas ao mesmo tempo, não só o dorsal isoladamente¹.
Incline o tronco até quase paralelo ao solo, segure a barra com as mãos um pouco mais afastadas que os ombros e puxe em direção ao abdômen, mantendo os cotovelos próximos ao corpo. Retorne estendendo os cotovelos devagar. Trocando pra pegada supinada, a ênfase desloca levemente pro dorsal e o bíceps participa mais do movimento.
Latíssimo, romboides e trapézio médio são os protagonistas; eretores da espinha entram pesado como estabilizadores, já que precisam segurar o tronco na posição inclinada o tempo todo.
Aqui o cuidado número um é com a coluna. Vejo gente perdendo a posição neutra durante o movimento, arredondando as costas pra “ajudar” a levantar mais peso — esse é o principal fator de lesão lombar nesse exercício. Prefira sempre menos carga com técnica limpa.
4. Remada baixa, polia com triângulo ou barra
Enquanto a remada curvada usa barra livre, a remada baixa é feita na polia — o que mantém tensão constante em toda a amplitude do movimento. Isso é algo que pesos livres, por mais bem executados que sejam, nem sempre conseguem entregar com a mesma consistência repetição após repetição.
Sentado, pés apoiados na plataforma, segure o pegador e puxe horizontalmente em direção ao abdômen, contraindo as escápulas como se quisesse espremer um lápis entre elas. Estenda os cotovelos devagar na volta, sem deixar o peso puxar os ombros pra frente.
O alvo principal é o latíssimo do dorso, com trapézio e romboide maior trabalhando junto.
Um detalhe que costuma passar despercebido: arredondar a parte superior das costas no final da fase de retorno. Isso tira tensão do dorsal e joga sobrecarga pros ombros — vale prestar atenção justamente nesse momento do movimento, que é onde a maioria erra.
5. Remada cavalinho (barra T)
Esse é um exercício clássico do bodybuilding old school — Arnold treinava com ele regularmente — voltado pra adicionar espessura e força às costas. A posição inclinada com suporte da barra permite trabalhar com cargas relativamente altas com boa segurança.
Pés firmes no chão, barra entre as pernas. Segure o pegador (pronado ou neutro, dependendo do que o aparelho oferece), incline o tronco à frente mantendo a coluna alinhada e o core ativado. Puxe a barra em direção ao abdômen, focando em contrair bem as escápulas, e controle a descida.
Latíssimo, trapézio e romboides dividem o trabalho principal aqui.
Sinal de alerta: quadril “saltando” pra ajudar na subida. Quando isso acontece, é hora de reduzir a carga — não tem outro jeito de corrigir.
6. Barra fixa, pegada pronada
Um dos exercícios mais completos que existem pras dorsais, usado até como teste de condicionamento em forças de segurança. Trabalha o corpo inteiro com o próprio peso, sem precisar de mais nada além de uma barra.
Pegada pronada, mãos um pouco mais afastadas que a linha dos ombros. Suba verticalmente até o peitoral chegar perto da barra, desça controlado até a extensão completa dos braços.
Se ainda não rola fazer sozinho, usar máquina assistida (Gráviton) ou elástico de apoio é uma progressão válida — não enxergo isso como “atalho de iniciante”, e sim como construir força de forma gradual e segura.
Latíssimo é o protagonista absoluto, com trapézio médio/inferior, deltoide posterior e bíceps entrando como apoio.
O erro que mais vejo: amplitude incompleta, sem descer até a extensão total dos braços. Com o tempo, isso reduz bastante o estímulo no dorsal, mesmo que o número de repetições pareça impressionante.
7. Barra fixa, pegada supinada

Mudar a pegada altera o movimento articular principal: na pronada é adução de ombro, na supinada é extensão de ombro. Na prática, isso significa mais participação do bíceps — e pra muita gente, mais facilidade de completar as repetições.
Pegada supinada, mãos na linha dos ombros. Suba até o peitoral se aproximar da barra, desça controlado.
Continua sendo o latíssimo o principal músculo trabalhado, mas o bíceps participa visivelmente mais do que na variação pronada, enquanto o trapézio tem uma ação um pouco menor.
Costumo ver gente tratando essa variação como “a mais fácil” e parando de progredir nela — é um erro, porque ela continua sendo um construtor de força excelente, não só uma alternativa pra quem está começando.
8. Remada serrote, unilateral com halter

Por trabalhar um lado do corpo de cada vez, a remada serrote pede mais coordenação dos alunos — mas em troca, corrige desequilíbrios entre os lados que exercícios bilaterais simplesmente não conseguem resolver sozinhos.
Apoie um joelho e a mão correspondente no banco, coluna reta. Com a outra mão, puxe o halter em direção ao quadril — não ao peito —, cotovelo próximo ao corpo, contraindo a dorsal no topo do movimento. Desça controlado.
Latíssimo é o foco, trapézio e deltoide posterior entram como sinergistas.
O erro clássico aqui é rodar o tronco pra “ajudar” a subir o peso. Quando isso acontece, parte do trabalho sai do dorsal e vai pra rotação do core — melhor reduzir carga até conseguir manter o tronco estável do início ao fim da série.
9. Face pull, corda na polia em pé

Os adutores da escápula — romboides e trapézio médio — costumam ficar de fora dos treinos tradicionais de costas, e isso pode gerar desequilíbrio postural e até dor de ombro com o tempo. O face pull existe exatamente pra fechar essa lacuna que outros exercícios deixam.
De frente pra polia, na altura do rosto, segure a corda com as duas mãos e puxe em direção ao rosto, separando as mãos no final do movimento, cotovelos altos. Contraia bem as escápulas antes de voltar.
Trapézio médio, deltoide posterior e romboides são os principais ativados.
Carga alta demais é o erro mais comum nesse exercício — ela impede a separação correta das mãos no final do movimento, que é justamente o ponto principal do face pull. Controle e ativação da escápula importam mais que peso aqui.
10. Pulldown com braços estendidos

Esse é um exercício uniarticular — só movimento de ombro, sem flexão de cotovelo —, ótimo pra isolar o dorsal sem depender tanto do bíceps. Costumo usar com alunos que têm o bíceps como ponto fraco, limitando o desempenho em outros exercícios de puxada.
De pé, de frente pra polia alta, segure a barra na altura aproximada dos ombros com pegada pronada. Puxe pra baixo trazendo a barra perto do corpo, mantendo os braços praticamente estendidos o tempo todo. Volte devagar.
O latíssimo do dorso domina o exercício quase sozinho, com participação leve do tríceps na porção longa.
Erro mais frequente: flexionar os cotovelos na descida, o que transforma o movimento numa variação esquisita de puxador frontal e tira o isolamento que é a razão de existir desse exercício.
11. Levantamento terra
Esse é, sem exagero, um dos exercícios mais completos da musculação. Apesar de posteriores de coxa e glúteo serem os músculos mais ativados, os eretores da espinha, trapézio e latíssimo do dorso recebem ativação considerável como estabilizadores — é o único exercício desta lista que recruta os eretores de forma direta e pesada.
Com a barra no chão, pés alinhados aos joelhos, flexione os joelhos e segure a barra com pegada pronada, mãos alinhadas aos ombros. Levante estendendo joelhos e quadris ao mesmo tempo, mantendo a barra colada ao corpo durante todo o percurso, até ficar totalmente em pé. Desça flexionando os joelhos até a barra voltar a tocar o chão.
O erro técnico mais perigoso aqui é arredondar a lombar logo na saída do chão. É a principal causa de lesão associada a esse movimento — se a coluna não fica neutra com a carga atual, o caminho é reduzir peso antes de pensar em amplitude ou velocidade maiores.
Erros comuns no treino de costas (e como evitar)
Depois de anos vendo treino de costas em academia, alguns erros se repetem tanto que valem uma seção própria, fora da descrição de cada exercício.
Treinar só puxadas e remadas, esquecendo trapézio e eretores, é talvez o mais frequente. Tecnicamente, encolhimento e hiperextensão também são treino de costas — deixar esses grupos de fora cria um desenvolvimento capenga, mesmo com dorsais bem trabalhadas.
Usar impulso do corpo em vez de controle muscular vem logo atrás. Balançar o tronco, “roubar” a subida com as pernas ou usar embalo são formas de mover mais peso à custa de menos ativação muscular real — e mais risco de lesão no processo.
Negligenciar a fase de descida (excêntrica) é outro clássico. A maioria foca toda atenção na subida e deixa o peso simplesmente cair na volta. A literatura sobre hipertrofia indica que a fase excêntrica controlada contribui tanto pro estímulo de crescimento quanto a concêntrica².
Não variar o ângulo de pegada limita o desenvolvimento a longo prazo. Pronada, supinada e neutra recrutam fibras de formas levemente diferentes — alternar entre elas ao longo das semanas ajuda a estimular o músculo de ângulos distintos.
E tem o aquecimento de ombro e escápula, que quase ninguém faz. As costas envolvem múltiplas articulações trabalhando junto — cinco minutos de mobilidade antes de cargas pesadas reduzem bastante o risco de lesão, e é um hábito que custa pouco e rende muito.
Treino de costas — Fichas prontas
Treino de costas – Ficha de exemplo
📌 Explicação do Treino
- 1 vez na semana: Divisão do treino no método ABCD, onde cada grupo muscular é trabalhado uma vez. O treino será intenso e completo para estimular o máximo das costas.
- 2 vezes na semana: Divisão no método AB ou ABC, permitindo um volume maior de treino, com exercícios distribuídos para evitar sobrecarga e otimizar a recuperação.
- Treino 1x/semana (ABCD)
- Treino 2x/semana (AB/ABC)
Treino de Costas (1x na Semana) – Divisão ABCD
| Exercício | Séries | Repetições | Descanso |
|---|---|---|---|
| Puxador Frontal | 3 | 10-12 | 45s |
| Remada Curvada Pegada Pronada | 3 | 10-12 | 45s |
| Remada Baixa | 3 | 10-12 | 45s |
| Barra Fixa Pegada Supinada | 3 | 8-10 | 60s |
| Face Pull | 3 | 12-15 | 30s |
| Extensão de Tronco | 3 | 15 | 30s |
Dicas: execução controlada, postura correta e ativação da musculatura.
Treino de Costas (2x na Semana) – AB ou ABC
Dia 1 – Ênfase em largura
| Exercício | Séries | Repetições | Descanso |
|---|---|---|---|
| Puxador Frontal | 3 | 10-12 | 45s |
| Puxador Pegada Supinada | 3 | 10-12 | 45s |
| Barra Fixa Pegada Pronada | 3 | 8-10 | 60s |
| Pull Down | 3 | 12-15 | 30s |
Dia 2 – Ênfase em espessura
| Exercício | Séries | Repetições | Descanso |
|---|---|---|---|
| Remada Curvada Pegada Supinada | 3 | 10-12 | 45s |
| Remada Cavalinho | 3 | 10-12 | 45s |
| Remada Serrote | 3 | 12 | 45s |
| Face Pull | 3 | 12-15 | 30s |
Dicas: alterne os exercícios para evitar sobrecarga e mantenha a execução controlada.
💡 Dica 1 :Focar na execução controlada, manter boa postura e ativação da musculatura para melhores resultados.
💡 Dica 2: No treino 2x por semana, alterne os exercícios para evitar sobrecarga e garantir equilíbrio muscular.
Perguntas frequentes sobre treino de costas
Quantas vezes por semana devo treinar costas?
Pra maioria das pessoas, 1 a 2 vezes por semana já é suficiente, desde que o volume total de séries efetivas seja adequado ao objetivo. Treinar com mais frequência só vale a pena se o volume por sessão for reduzido proporcionalmente.
Qual o melhor exercício pra largura das costas?
Puxadas verticais — barra fixa, puxador frontal e puxador supinado — são as mais eficazes pra largura, porque ativam o latíssimo do dorso no padrão de movimento que mais contribui pro físico em “V”.
E pra espessura?
Remadas horizontais — curvada, baixa, cavalinho e serrote — funcionam melhor pra espessura, ativando intensamente romboides e trapézio médio junto com o dorsal.
Treino de costas trabalha bíceps também?
Sim, de forma significativa, principalmente em puxadas e remadas com pegada supinada. É normal sentir fadiga de bíceps depois de um treino de costas bem feito — isso não quer dizer que o foco saiu das costas.
Concluindo
Desenvolver dorsais largas e volumosas impacta diretamente a estética geral do físico, deixando-o mais harmônico e simétrico, além de prevenir desequilíbrios musculares e dores posturais comuns no dia a dia.
Pra resultados consistentes e seguros, o acompanhamento de um profissional de Educação Física continua sendo essencial — pra avaliar, prescrever e ajustar os exercícios de acordo com as necessidades e objetivos de cada pessoa.
Bons treinos!
📚 Bibliografia
- LEHMAN, G.J. et al. Variations in muscle activation levels during traditional latissimus dorsi weight training exercises: An experimental study. Dynamic Medicine, 2004. Disponível em: pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/15228624. Acesso em 30 jun. 2026.
- SCHOENFELD, B.J.; OGBORN, D.I.; KRIEGER, J.W. Effect of repetition duration during resistance training on muscle hypertrophy: a systematic review and meta-analysis. Sports Medicine, 2015. Disponível em: pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25601394. Acesso em 30 jun. 2026.
- ANDERSEN, V. et al. Effects of grip width on muscle strength and activation in the lat pull-down. Journal of Strength and Conditioning Research, 2014. Disponível em: pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24662157. Acesso em 30 jun. 2026.

8 Comentários
Em relação à Remada serrote, qual perna deve ficar flexionada, a do braço que está levantando o peso ou o braço que fica estendido? Já vi professores que dizem uma coisa, outros dizem outra.
A perna oposta do braço amigo!
meu deus voce foi responder ele depois de 3 anos kkkkkk
antes tarde do que nunca, hauahuahauhaa
O cara ta até formado em Ed. Física já kkkkk
FIcou tão instigado com a pergunta que decidiu fazer uma graduação para achar a resposta
Será que o cara já fez a pós?
Toop bm construtivo as informações