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Depressão – Principais causas, sintomas e tratamentos

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão atinge 350 milhões de pessoas em todo mundo e até 2020 será a doença mais incapacitante.

Depressão - Causas, sintomas e tratamentos

A depressão atinge 350 milhões de indivíduos no planeta, de acordo com Organização Mundial da Saúde, OMS, e tem maior prevalência entre as mulheres. No país, em torno de uma em cada dez pessoas enfrenta a condição. Mesmo sendo uma enfermidade comum, a moléstia apresenta estigmas que tornam difícil o próprio diagnóstico precoce e aderir para tratamento correto.

O estigma inicial reside no fato de esta doença se caracterizar um transtorno mental. É notado preconceito em relação às doenças mentais, e que o mesmo faz com que vários pacientes, em especial homens, adiem a aceitação da existência do problema e busca do médico, com tratamento sendo atrasado.

Definição da Depressão

Os critérios da atualidade para diagnosticar a depressão, com estipulação pelas entidades médicas, sendo exemplo Associação Americana de Psiquiatria e OMS, estabelecem que, para haver detecção da enfermidade, o indivíduo deve mostrar ao mínimo 5 sintomas do transtorno.

Entre os sintomas, um deve se caracterizar de modo obrigatório o humor deprimido, ou seja, desânimos, pensamentos com negatividade, e tristeza. Ou quando se perde interesse pelos fatores que anteriormente se resumiam prazerosos para o indivíduo.

Mais sintomas podem fazer inclusão de mudanças no sono, peso, ou apetite, fadiga, e ausência da concentração, como exemplo. Os critérios afirmam que tal conjunto de sintomas deve ser mostrado pela pessoa no maior período do dia, diariamente, e em ao menos 2 semanas, para que seja determinado como sinais da doença.

Assim, ter atenção aos sintomas como estes, e a duração dos mesmos, é fundamental para buscar um médico e entender se há necessidade de se submeter ao tratamento.

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Causas e Tratamentos da Depressão

As causas com exatidão que levam a esta doença ainda não se caracterizam inteiramente de conhecimento. Entende-se que aspectos como problemas conjugais ou financeiros, perda do emprego e do ente querido mudam as estruturas do cérebro que apresentam sensibilidade aos hormônios associados ao estresse, em especial cortisol.

Assim, existe falta de equilíbrio no cérebro, desencadeando sintomas de depressão. Porém, a depressão não se resume enfermidade somente do cérebro, e considerar esta realidade é muito importante para que o tratamento avance.

Os indivíduos necessitam entender que de modo diferente do que se imaginava anteriormente, a depressão não atinge somente o cérebro, e tratar não depende de modo exclusivo dos antidepressivos. Atualmente se entende que esta é uma enfermidade do organismo inteiro.

E cada vez mais a ciência aponta que a enfermidade está associada às complicações como mudanças dos batimentos cardíacos, baixa imunidade, e placas de gordura acumuladas em sangue. Então, a depressão se resume ainda fator de risco a enfermidades como as cardíacas, a incluir aterosclerose, e infarto.

Ainda não há clareza de que maneira esta doença ocasiona tais condições, porém se entende que há a associação. Por esta razão, tratar a depressão não deve fazer inclusão somente de antidepressivos.

Os indivíduos que têm esta doença ainda necessitam evitar determinados hábitos, sendo exemplo tabagismo, alimentação precária, sedentarismo, que fazem predisposição mais ainda do indivíduo para enfermidades cardiovasculares. Os pacientes devem compreender que alterar tais hábitos é de grande importância em tratar, assim como medicamentos.

Os psiquiatras fazem alerta que assim que for percebida apresentação de sintomas depressivos, e que os mesmos se definem duradouros, as pessoas devem fazer consulta com médico. O tratamento contra esta doença através de psicoterapia, antidepressivos e alterações de estilo de vida se resume com eficácia, em especial se for começado de modo precoce.

Quando buscar tratamento e sintomas de Depressão

A dificuldade de interpretação dos sintomas e ainda o preconceito em relação aos transtornos mentais, fazem com que o indivíduo se atrase em buscar ajuda.

1° Os sinais podem ter confusão com sentimentos normais do ser humano, sendo exemplo indiferença, desânimo e tristeza.

2° Tais sentimentos passam a apontar quadro da depressão clínica quando a mudança do humor inicia a prejudicar muitos aspectos da vida do indivíduo, de produzir no trabalho e estudos, para relacionamentos com pessoas próximas, com passagem pela qualidade do sono e energia física para fazer tarefas diárias.

3° Em muitos casos há dificuldade para diferenciar tristeza normal em relação à depressão. O humor dos indivíduos nunca apresenta constância, sempre existirá alteração. Um quadro negativo pode levar para tristeza, luto. Isto não é o mesmo que depressão clínica, que se caracteriza síndrome que surge com mais sintomas.

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De qualquer maneira é muito válido saber quais são os 8 sintomas da depressão.

Trata-se dos sintomas:

  • a mudança do humor;
  • o desinteresse pelos aspectos de prazer;
  • problemas associados ao sono;
  • alterações em apetite;
  • perda ou ganho do peso;
  • ausência da concentração;
  • fadiga;
  • e pensamentos recorrentes acerca da morte.

Em relação ao cansaço, por exemplo, trata-se de redução da energia, fadiga constante, que se caracterizam comuns em indivíduos que sofrem de depressão, mesmo que não fizeram esforço físico. A pessoa pode reclamar, por exemplo, de que tomar banho e se arrumar de manhã são situação exaustiva e pode usar o dobro do tempo comum.

Sobre Fernanda Mayumi

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  1. Geigislaine Ribeiro Rodrigues

    Excelente texto, me identifiquei bastante.

  2. Olá, eu faço uso de 2 medicamentos para tratar da síndrome do pânico (clonazepam) e anciedade (cloridrato de sertralina), bom minha dúvida é, quero voltar a malhar e prática esportes, sou magra e quero ganhar massa muscular, posso tomar whey protein?

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